União dos Estudantes se declara contrária a Greve dos Professores.

Em Assembleia Geral da união dos estudantes realizada nesta semana, foi votado por unanimidade. A decisão da maioria foi o não apoio do movimento estudantil a greve dois professores. O presidente da UMES, Gabriel Medeiros, disse que apenas uma parcela dos professores encontram-se insatisfeitos e que uma possível paralisação ou deflagração de greve geraria grandes prejuízos à classe estudantil.

 

NOTA PÚBLICA

( AS AULAS NÃO DEVEM PARAR!)

Sempre apoiamos as lutas dos professores em busca de melhores de salários. Em 2018 estivemos lado-a-lado com a categoria, pois era uma situação extremamente injusta, de 4 anos sem nenhum reajuste salarial, além da suspensão do plano de saúde. Foi nesse cenário que apoiamos a luta justa de 2018, que levou aos trabalhadores em educação do Amazonas a recuperação de 27,5% das perdas salariais de 2014 a 2017, que já somavam 28,88%, restando apenas 1,48% das perdas.
Pagamos um preço alto com as reposições das aulas aos sábados, que nem sempre recuperam o processo de ensino-aprendizagem de fato. Mas valeu a pena, pois, além de uma significativa recuperação salarial, os professores tiveram seu vale-alimentaçao duplicado de valor e o plano de saúde voltou a funcionar.
Em 2019 o assunto “greve dos professores” voltou à cena. Acreditamos ser desnecessária mais 1 greve, pois o governo já ofereceu 4% de reajuste, percentual que mantém o poder de compra dos professores, e o enquadramento dos mesmos no Plano de Cargos e Salários, que a categoria possui e que representa mais 2% a cada 4 anos, sem contar os professores Mestres e Doutores, que terão reajuste médio de 25% em sua correção salarial.
Por tudo isso pedimos aos professores e professoras que não participem dessa greve desproporcional, e busquem o diálogo com o governo.
UMES.